Dr Eduardo Nassar Indica leitura

As síndromes hipertensivas na gravidez: triagem por sistólica diastólica e pressão arterial média nas semanas 11-13.

Para analisar o desempenho do rastreamento de transtornos hipertensivos na gravidez e comparar a pressão arterial sistólica (PA), PA diastólica e pressão arterial média (PAM), medido pela validados dispositivos automatizados em uma grande população de mulheres grávidas nas semanas 11-13.
Foram registradas as variáveis ​​maternas e PA medido pelo dispositivos automatizados em 9149 mulheres com gestações únicas. O desempenho de triagem para pré-eclâmpsia (PE) e hipertensão gestacional (HG) por combinações de doenças específicas fator derivado materna risco a priori com a pressão arterial sistólica, diastólica e PAM foi determinada.
Havia 8061 casos que não foi afectada pela PE ou de GH, 37 que se desenvolveu PE entrega requerendo antes das 34 semanas (precoce-PE), 128 com late-PE, e 140 com GH. A PA sistólica, diastólica e PAM foram significativamente maiores no início de PE, no fim-PE, e GH do que nos controles (p <0,0001). A PA sistólica foi significativamente maior no início de PE do que no final-PE (p = 0,008) e tanto a pressão sistólica e da PAM foram significativamente maiores no início de PE do que no GH (p <0,01). O melhor desempenho na triagem foi fornecido pelo MAP. A taxa de detecção de early-PE em 10% taxa de falso-positivo aumentou de 47% na triagem pelo fator derivado materna risco a priori só a 76% na triagem por sua combinação com o MAP. As taxas de detecção respectivos para late-PE aumentou de 41 para 52% e para GH aumentou de 31 para 48%.
A medida de PA pode ser combinado com o factor de materno-derivados um risco a priori para fornecer rastreio no primeiro trimestre eficaz para PE e GH.

Referência:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20818956

 

 

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